Oficinas

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BRINQUEDO-PERCUSSÃO

Essa oficina é destinada a crianças e adultos. São construídos instrumentos percussivos com material reutilizado - uma proposta que pode ser repetida em casa e difundida facilmente em escolas e instituições. A duração da oficina é de no mínimo 40 minutos.

 São reutilizados materiais como: latas, garrafas pet, potes de iogurtes, etc. Cada um constrói o seu instrumento, imprimindo nele a visualidade que mais lhe agradar, com papel-adesivo colorido, tecido e barbante. No segundo momento da oficina, há uma vivência orientada com os instrumentos, a partir de ritmos em que eles se encaixam, como côco, samba e ciranda. Há também a opção de se confeccionar objetos-brinquedos, muito apreciados por crianças e adultos, como o swing circense e o currupio.

 

Abaixo está uma relação dos instrumentos/brinquedos e os respectivos materiais utilizados:

 

 

Ganzá pequeno e ganzá grande

Material:

garrafinha, pote de Yakult, pote de danone, missanga ou arroz.

Praiera

Material:

Caixa de pizza, missanga e arroz.

Tambor de lata

Material:

Lata tipo “Nescau” ou  “Farinha láctea”, bixiga e barbante.

Maracas

Material:

garrafa pet, cabo de madeira ou pvc, missanga ou arroz.

Gunga (chucalho de pé)

Material: latinha (de refri ou molho), tecido de algodão e missanga.

  Swing circense

 

Material:

papel crepon, jornal e barbante.

Currupio

Material:

papelão grosso e barbante.

Pau de chuva

 

Material:

Tubo de papelão ou de pvc, arame e missanga.

CHÁ DE MEMÓRIA - oficina de contação de histórias

A proposta dessa oficina é criar um espaço-tempo em que se possa experimentar diversas formas de contar a sua história (ou suas histórias).

 

Antes que se chegue às histórias de cada um, se instaura um campo de jogo, brincadeira e interação, de forma que o grupo se sinta a vontade para trabalhar com um material autoral.

São dados temas-estímulos do universo do grupo, como o local onde moram, a relação com a cidade, com os amigos e histórias da família. Ao mesmo tempo em que levantamos o material, vamos explorando a expressividade individual e em coletivo, através de exercícios de expressão corporal, vocal e jogos de improvisação.

 

O aprofundamento se dá com o trabalho em duplas (ou trios), que terá como foco a elaboração de uma narração artística das histórias. A narração é apresentada no nosso Chá de Memória, que pretende ser algo simples, mas expressivo, podendo fazer uso de todos os recursos até então pesquisados.

A depender do tempo que se tem para a oficina, também se trabalha a trilha sonora para as histórias, com pequenos instrumentos de percussão.

Duração da oficina:                          Público-alvo: crianças e adolescentes.

Módulo único de 2 horas ou

4 módulos de 1,5 hora.

CURSO DE NARRAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA ADULTOS

MEDI[A]ÇÃO DE LEITURA

 

 

A emancipação começa quando nos damos conta de que olhar também é uma ação que confirma ou modifica tal distribuição, e que “interpretar o mundo” já é uma forma de transformá-lo, de reconfigurá-lo.                                                                                                                                                                                            Jacques Ranciére

 

A medi[a]ção de leitura parte do pressuposto de que ao ler ou ouvir uma história o indivíduo já está em ação. Quando realmente me conecto a uma história estou fazendo o trabalho de traduzi-la para o meu universo, estou evocando minhas memórias e referencias. Estou assim construindo o meu olhar sobre o mundo.

A função da mediação de leitura, nessa proposta, é então a de facilitar esse processo e facilitar nesse caso é deixar que essa ação do interlocutor aconteça. A leitura, assim, deve ser cuidadosa, no sentido de não interferir na construção do ouvinte. Isso envolve um trabalho de ritmo e interpretação afinado tanto com o público presente como com o texto e ilustração do livro.

Para além desse trabalho afinado no momento da leitura, a proposta da Medi[a]ção aqui apresentada cuida de adentrar o universo do público de forma divertida e brincalhona, para que se crie uma relação instigante de confiança. Numa primeira etapa então, propomos e também inquirimos dos participantes, brincadeiras com os nomes de cada um, trava-línguas, parlendas e cantigas-brincadeiras, como o “Escravos de Jó”.

Depois dessa etapa, em que o riso cumpre sua função relaxante, o exercício da coletividade já está aquecido e podemos assim fazer a roda de leitura, sentados todos no chão, de forma que possamos nos olhar de forma igual. O objeto Livro é reverenciado nesse momento e dá-se uma especial atenção ao autor e às ilustrações.

A performance do mediador de leitura, nesse momento, está de acordo com a premissa trazida acima, de dar o devido espaço ao interlocutor para suas próprias construções.

No terceiro momento da Medi[a]ção é dado um tempo livre de contato com os livros. Assim todos podem escolher, ler, ver e comentar com colegas.

Ao final, um dos participantes conta para toda a turma sobre uma história que leu ou mesmo lê um dos livros. Uma outra opção para finalizar a Medi[a]ção é criar em coletivo uma história nova a partir das ilustrações de uma obra.

Antes que encerremos enfim, propomos uma roda de cacuriá, ciranda ou côco, com canções e danças divertidas, para festejar esse especial reencontro com o livro.

Tempo de duração: mínimo de 50 minutos.

A atividade pode se repetir semanalmente para turmas de Educação infantil e Ensino fundamental.

Cia. ju cata-histórias - julianacatahistorias@gmail.com

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